Páginas

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Chico Buarque lança CD, pela internet, ao vivo diretamente da sua casa


Foto: Divulgação/www.chicobastidores.com.br


Chico Buarque tem gostado da reclusão. Isso se reflete na divulgação de seu mais recente CD, “Chico”. Entre as medidas adotadas, se negou a marcar uma coletiva de imprensa. Ao invés disso, disponibilizou no site “Chico Bastidores” uma entrevista previamente gravada para os jornalistas. Na tarde desta quarta-feira, 20, o cantor fez um pocket-show apresentando por “live streaming” algumas de suas novas músicas. Tudo ao vivo, da sua casa, no Leblon, zona sul do Rio.

Ao lado de João Bosco, Chico cantou “Sinhá”, que faz parte do disco de inéditas recém-lançado. A apresentação marca o fim da campanha de divulgação do disco pela internet, em que aqueles que comprassem o álbum em pré-venda tiveram acesso a conteúdo exclusivo, como vídeos da gravação, documentários, galeria de fotos, além da oportunidade de ouvir as músicas novas em primeira mão.

A pedido dos mais de 15 mil internautas que o acompanharam ao vivo, incluindo o twitter, Chico também cantou “Nina”, acompanhado de seu violão.

Críticas na internet
O clima informal, de bate-papo, entre os músicos permitiu que Chico comentasse uma declaração recente, na qual se dizia surpreso com o fato de ouvir críticas às suas músicas na internet.

“Quando comecei a me interessar pela internet, percebi que falam coisas horrorosas. Não entre, porque é chato”, recomendou ele ao Bosco, respondendo com risadas. “Eu sei que não sou amado há muito tempo. Desde a primeira música. É sempre assim, uma porção de gente que vai gostar e uma porção de gente que não vai gostar. É bom deixar isso gravado aqui, porque se não amanhã sai no jornal que eu não sabia que não era amado etc etc”, continua Chico.

Em seguida comenta, com certa alegria, que sua filha chegou dia desses em casa contando que ouviu um gari cantarolando uma música sua, pouco conhecida, no calçadão da praia. “Dia desses minha filha disse que ouviu o rapaz da Comlurb cantando uma música minha. Uma nem tão conhecida assim, isso é fantástico”, afirma.

Repetições
A voz do moderador entra ao vivo e diz que o chat precisou ser interrompido devido ao grande tráfego de internautas mandando mensagens simultâneas. E pede para que Chico repita o agradecimento inicial a todos. “Mas diga a eles isso, porque podem achar que o velho está se repetindo”, brinca.

“Eu vim aqui agradecer a todos vocês que estiveram comigo durante este mês, nesta página, nestas entrevistas... Canções que foram pingando pouco a pouco, é legal isso, é moderno, mas é uma retomada do que havia antigamente. Antes havia programas musicais, a gente cantando músicas inéditas. Quando saía o disco, o público já conhecia quase todas. Mais do que aparecer com um bolo de músicas novas. Isso favorece o entendimento das canções. A gente ouve a primeira vez, tem uma favorita, troca por outra. E vai indo”, diz.

O cantor se diz surpreso com uma descoberta que fez recentemente na internet: o uso de frases, geralmente por personalidades famosas, com uma base de melodia e transformada em ringtone ou mesmo em música. “Um rapaz que é craque pega sua música, daqui a duas horas, ele já coloca uma melodia qualquer de fundo e põe a música. Tira tudo de ouvido. Achei muito engraçado”, conta. “O cara compõe a melodia em cima do que você falou. E é do cacete, é muito bom. Deve ter uma porção de coisas assim com discurso do Obama, sei lá”.

Às 16h30, pontualmente trinta minutos após o começo do “chat-show”, Chico encerra o contato. “Obrigado por tudo, pela companhia, até a próxima”, diz. 
Valmir Moratelli

Homem vai para a prisão após tentar fazer namorada engolir iPhone em Nova York

                                              Jason DeCrow/AP
iPhone, aparelho eletrônico multifuncional da Apple

Um homem foi preso em Nova York depois de tentar fazer a namorada engolir um iPhone. Brian Anscomb, de 37 anos, movido pela raiva de uma briga, tentou fazer com que sua namorada de 23 anos engolisse o aparelho.
De acordo com o jornal New York Post, o fato aconteceu no último sábado (16), em um apartamento de um bairro chique da cidade. Anscomb foi preso no dia seguinte, quando tentava fugir.
Segundo documentos oficiais da Justiça, a jovem apresentava hematomas e cortes na boca quando deu queixa da violência.
Esse não foi o primeiro aparelho que a garota perdeu. Em outra ocasião, durante uma briga, Anscomb quebrou um celular ao meio quando ela  tentou chamar a polícia após uma discussão.
O advogado de Anscomb, Steven Ross, negou todas as acusações, afirmando que seu cliente é inocente.
R7

sábado, 16 de julho de 2011

Redes de comunicação podem se tornar gargalo ao avanço dos tablets

Pouco mais de um ano após ter chegado ao País, o tablet parece ter enfim caído no gosto dos consumidores brasileiros. Adotado por empresas e pelo setor educacional, a venda de aparelhos deve superar as expectativas em 2011. O IDC Brasil, empresa de consultoria em tecnologia da informação e telecomunicações, reviu a projeção das vendas de 300 mil para mais de 400 mil unidades no ano.

Mas há grande preocupação quanto aos investimentos em infraestrutura de rede, para permitir o acesso por centenas de pessoas ao mesmo tempo, como em um conjunto de salas de aula. Em 2010, quando o tablet chegou ao mercado brasileiro, foram vendidas 100 mil unidades.

O barulho em torno do lançamento do aparelho atraiu a atenção dos consumidores, que já estão conhecendo melhor a nova mídia, segundo Martim Juacida, analista de mercado de PC do IDC Brasil. "Embora tenhamos revisado o número, acreditamos que o tablet ainda não vai se desenvolver tanto em 2011, mas sim em 2012", contou Juacida.

Os incentivos do governo, como redução de impostos sobre o aparelho, e a chegada de novos fabricantes devem baratear o produto. Além dos preços menores, a adoção pelo mundo corporativo também aumenta a demanda. A tendência é de que os tablets substituam os notebooks.

Mas é o uso do aparelho no ensino que deve puxar as vendas já no segundo semestre. Em apenas uma universidade, serão seis mil alunos de uma só vez a receber a ferramenta, a partir de agosto. Juacida ressalta que escolas e faculdades privadas ainda usam a mídia apenas em projetos pilotos. "Até o governo vai acabar fazendo algumas licitações desse tipo", diz.

A Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior (Fappes) já começou um projeto-piloto de oferecer tablets gratuitamente aos novos alunos do curso de graduação em Administração, desde que se comprometam a pagar pelo menos um ano de mensalidade. Oito aparelhos já foram distribuídos, mas a faculdade espera que o número aumente para 40 com o início das aulas do segundo semestre.

"Até agora o investimento não foi tão grande. Estamos comprando sob demanda", explicou Bruno Berthielli, diretor de comunicação e informática da Fappes. Cada aparelho saiu por apenas R$ 340, mas, como a meta não incluía tantos alunos, a faculdade optou por não fechar um pacote com operadoras de telefonia para fornecimento de internet 3G.

Já a Universidade Estácio de Sá, que entregará seis mil tablets a alunos do segundo período dos cursos de graduação em Gastronomia e Hotelaria em São Paulo e Rio de Janeiro e Direito no Rio e no Espírito Santo, apostou mais alto. Embora não revele o custo dos tablets comprados da Semp Toshiba, a universidade desembolsou R$ 188 mil para reforçar a infraestrutura de rede, com a compra de equipamentos como roteadores e switches, além de pagar mensalmente R$ 27 mil pelo aluguel de links para suas 30 unidades. "Sem investimento na rede, com 400 alunos navegando ao mesmo tempo, certamente teríamos problemas", disse Pedro Graça, diretor de Mercado da Estácio.

A instituição fechou acordo com a Claro para garantir acesso a planos de dados mais baratos aos alunos. O investimento tem retorno em marketing, mas também elimina custos com a impressão de apostilas e com o envio do material didático pelo correio. A meta é estender o uso de tablets aos alunos de todos os cursos em até 4 anos - cerca de 240 mil estudantes.
Daniela Amorim, de O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 11 de julho de 2011

GM exibe 'carro bolha' do futuro sem motorista


 


Um carro elétrico em formato de bolha, com apenas duas rodas, um joystick de videogame no lugar do volante e sensores que permitem que o veículo se mova sob controle do piloto automático, caso o motorista não queira dirigir.
Carro bolha
Carro 'bolha' elétrico é visão da GM para o futuro das cidades
Assim é o EN-V, um carro futurístico criado pela montadora americana General Motors (GM). O veículo é a visão da empresa para a mobilidade urbana no futuro.
O EN-V, uma abreviação de Electric Networked Vehicle (Veículo em Rede Elétrica, em português), atinge velocidades de 40 quilômetros por hora.
A princípio essa velocidade pode parecer perigosa, já que o carro não possui air bag e para-choque. Mas Tom Brown, do departamento de pesquisa e desenvolvimento da GM, afirma que o carro foi feito especialmente para evitar colisões.
"Ao contrário de carros convencionais, que são desenhados para proteger passageiros e pedestres em casos de acidentes, o EN-V é mais parecido com uma aeronave, onde se procura evitar qualquer tipo de acidente", diz Brown.
O EN-V usa tecnologias como sensores giroscópicos inspirados nos Segways, os veículos motorizados de duas rodas.
A grande novidade do "carro bolha" da GM são os sistemas que permitem que o carro detecte outros veículos e obstáculos ao seu redor.
Sensores, câmeras e um GPS fazem com que o carro perceba tudo ao seu redor. Com isso, os veículos não precisariam ser controlados pelos motoristas. Isso significa que os passageiros teriam tempo para se dedicar a outras atividades durante a viagem, como dormir e trabalhar.
Brown diz que crianças, por exemplo, poderiam ser colocadas dentro do veículo sem a presença de um adulto, e levadas para o colégio.
O EN-V só poderia operar no piloto automático em zonas onde todos os demais veículos também funcionassem sem motoristas.
A GM especula que se os veículos fossem popularizados, eles poderiam custar um quinto do preço de um carro convencional.
Brown afirma que ainda não há planos concretos para comercializar a tecnologia, mas que diversas montadoras hoje em dia – como a BMW e a GM – já estão desenvolvendo produtos "v-to-v", que no jargão do setor significa veículos que se comunicam com os demais carros.
BBC Brasil

terça-feira, 5 de julho de 2011

A cura do envelhecimento:cientistas dizem que poderemos viver mil anos

 A notícia está no Estadão de hoje. E diz que os cientistas já conseguem visualizar um futuro melhor para o homem. Será a vitória contra o envelhecimento. Uma pessoa poderia viver até mil anos. Isso, claro, se as previsões de Aubrey de Grey estiverem certas, a primeira pessoa a comemorar seu aniversário de 150 anos já nasceu. E a primeira pessoa a viver até os mil anos pode demorar menos de 20 anos para nascer.

Biomédico gerontologista e cientista-chefe de uma fundação dedicada a pesquisas da longevidade, De Grey calcula que, ainda durante a sua vida, os médicos poderão ter à mão todas as ferramentas necessárias para “curar” o envelhecimento – extirpando as doenças decorrentes da idade e prolongando a vida indefinidamente.

“Eu diria que temos uma chance de 50% de colocar o envelhecimento sob aquilo que eu chamaria de nível decisivo de controle médico dentro de mais ou menos 25 anos”, disse De Grey numa entrevista antes de proferir uma palestra no Britain’s Royal Institution, uma academia britânica de ciências”.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Consórcio aeronáutico europeu apresenta o VoltAir - primeiro avião elétrico do mundo

capa.jpg

O projeto, batizado de VoltAir e apresentado durante a feira Paris Airshow 2011, prevê que as baterias que utilizem essa tecnologia alimentem os motores elétricos supracondutores das novas aeronaves.

O Voltair será equipado com dois motores elétricos supercondutores que permitem uma perda da corrente elétrica praticamente nula. Os equipamentos serão alojados na traseira do avião, onde acionam os propulsores. Já as duas baterias de íons de lítio ficarão situadas na parte dianteira do aparelho, o que ajuda a equilibrá-lo.

As baterias VoltAir se integrariam em unidades substituíveis instaladas na fuselagem para facilitar a troca nos aeroportos, mediante um processo similar à carga e descarga dos contêineres de bagagem.

O Voltair também se destaca pelo design, que maximiza o espaço interior enquanto torna o aparelho aerodinâmico através da otimização da relação espessura-comprimento da fuselagem – feita de fibra de carbono compósito.

Evolução tecnológica

De acordo com a EADS, a capacidade do sistema de reserva de energia elétrica registrou “avanços espetaculares” na última década, estimulado especialmente pelos investimentos no setor automobilístico. Ainda assim, os resultados atuais dessas tecnologias são ainda inferiores ao seu potencial.

Ainda segundo a EADS, os motores elétricos tradicionais são “geralmente” muito bons, com aproximadamente 98% de eficácia propulsora, mas não fornecem a densidade de potência necessária para missões aéreas de grande envergadura.

Por isso, a EADS defende que a descoberta de supracondutores de alta temperatura apresenta a solução para esse problema e beneficia não apenas o meio ambiente, mas também os passageiros, que, segundo o fabricante, “apreciarão o volume extremamente baixo do som do motor”.

Os novos materiais com “propriedades promissoras” já estão sendo testados para serem integrados nessas baterias de última geração que, para os cientistas, podem conseguir uma densidade energética superior aos 1.000 Wh/kg.
EcoD





terça-feira, 21 de junho de 2011

Saiba as orientações para doar sangue no Brasil


O ato de doar sangue, celebrado no dia 14 de junho pelo Dia Mundial da Doação de Sangue, é simples, não afeta a saúde e é destacado pelo Ministério da Saúde como fundamental para pacientes que precisem passar por transfusão. Abaixo, listamos algumas orientações para os interessados.
Para doar sangue, a pessoa precisa ter entre 18 e 65 anos, pesar mais de 50 quilos e estar com boa saúde. Para mulheres, não é possível doar durante a gravidez e até três meses depois do último parto ou aborto.
O doador não pode ter qualquer tipo de hepatite ou sífilis, não pode ser epilético e não pode ter contraído malária ou estado em região com a doença nos últimos seis meses. Caso tenha tomado vacina contra rubéola, o interessado não poderá doar sangue durante duas semanas. O período é de um mês para pessoas que tenham recebido as vacinas contra o sarampo ou a BGC (contra a tuberculose).
Para fazer a coleta, o doador não pode ter tomado bebida alcoólica nas 24 horas anteriores e precisa ter dormido pelo menos seis horas. Usuários de drogas também não doar sangue, segundo o Ministério da Saúde.
Doenças sexualmente transmissíveis como Aids, hepatite, sífilis são detectadas em exames antes da doação. Doença de Chagas e informações sobre o tipo de sangue como fator Rh, grupo sanguíneo e formas raras de hemoglobina (anemias) também são descobertas por triagem.
Minutos antes da doação, um profissional de saúde mede a pressão arterial do doador e avalia se a pessoa está apta a coletar sangue. O procedimento dura até 10 minutos e é feito com agulhas descartáveis - que eliminam a chance de contrair vírus como o da Aids ou de doenças infecciosas. São retirados, no máximo, 450 ml de sangue. O corpo inteiro possui 5 litros.
O Ministério da Saúde disponibiliza uma lista de hemocentros no Brasil.
Prontuário de Notícias