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quinta-feira, 21 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Detran divulga datas do licenciamento 2011
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal publicou, no Diário Oficial desta segunda-feira (18/04), a Instrução de Serviço com o cronograma de vencimento da taxa de licenciamento dos veículos registrados no DF. As datas variam de acordo com o final da placa. O valor da taxa é de R$ 45,70 para todos os veículos.
A partir de 1º de outubro, o porte do Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV) de 2011 será cobrado em todas as blitzes de rotina. O documento é de porte obrigatório e só é emitido quando não constam, para o veículo, débitos referentes a multas de trânsito vencidas, IPVA, seguro obrigatório e taxa de licenciamento.
Conduzir veículo não licenciado é infração gravíssima e implica multa de R$ 191,54, sete pontos na carteira e recolhimento do veículo ao depósito. No caso do veículo já estar licenciado, mas o condutor não portar o CRLV, haverá multa de R$ 53,28, três pontos na carteira e retenção do veículo até a apresentação do documento.
AgênciaBrasíliaquinta-feira, 14 de abril de 2011
Assista ao impressionante vídeo Nina Salerosa
A mergulhadora técnica e de caverna há muitos anos, Cristina Zenato ficou conhecida por seus trabalhos voltados ao meio ambiente, e por ser a atriz em uma produção, onde não só alimenta os tubarões como também, brinca com eles, deixando-os totalmente imobilizados na palma de suas mãos.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Dia do beijo: 13 de abril
Beijar, beijar e beijar! Quem não gosta disso? Pode ser um beijo com carinho, um beijo apaixonado, um beijo entre irmãos, um beijo na mãe, no pai ou no amigo: é certo que o beijo representa uma afinidade especial e entre os eternos namorados, por exemplo, pode ser considerado o termômetro da relação.
Um beijo movimenta 29 músculos e nessa troca, ou melhor, nessa química, os batimentos cardíacos podem passar de 70 para 150 batimentos por minuto (bpm). O beijo também já foi tema para muitas músicas, para início ou fim de novela, seriado, filme... E nessa onda de beijar aqui, beijar acolá, surgiu um dia especial para ele: sim, dia 13 de abril é o Dia do Beijo. Mas de onde vem isso?
Acredita-se que o beijo tenha surgido 500 anos antes de Cristo, época em que os amantes começaram a ser retratados nas esculturas e nos murais dos templos de Khajuraho, na Índia. Entre os hebreus, o beijo era afetuoso e realizado nas saudações. Também marcava reconciliação ou perdão. Foi também com um beijo que Judas identificou Jesus aos seus perseguidores. ("Jesus, porém, lhe disse: Judas, com um beijo trais o Filho de Deus?" – Lucas, 22:48)
Na teoria da evolução das espécies, o inglês Charles Darwin (1809-1882), afirma que a origem desta carícia é mais antiga. Segundo ele, trata-se de uma sofisticação das mordidas que os macacos trocavam nos seus ritos pré-sexuais. Há também a tese de que seria uma evolução das lambidas que o homem pré-histórico dava no rosto dos companheiros para suprir a necessidade de sal do seu organismo. Ou um ato de amor das mães na época das cavernas...
Para Sigmund Freud (1856-1938), o fundador da psicanálise, tudo tem a ver com as etapas do desenvolvimento psíquico. Freud começa pelo que chama de "fase oral" - o período, que dura até um ano de idade, em que a mãe dá de mamar ao bebê. Nesse período, todas as sensações de gratificação estão associadas à boca. A criança aprende que tocar com os lábios algum objeto macio proporciona uma sensação calmante e agradável.
A partir do Renascimento, o beijo na boca deixou de fazer parte dos ritos oficiais e sagrados e se tornou exclusivo dos amantes. Na Igreja Católica, os beijos sagrados ficaram restritos aos dados pelos fiéis ao padre no altar; o beijo entre os recém-casados ao final da cerimônia; e o gesto consagrado pelo Papa João Paulo II de beijar o solo de cada país que desembarcava.
Um beijo movimenta 29 músculos e nessa troca, ou melhor, nessa química, os batimentos cardíacos podem passar de 70 para 150 batimentos por minuto (bpm). O beijo também já foi tema para muitas músicas, para início ou fim de novela, seriado, filme... E nessa onda de beijar aqui, beijar acolá, surgiu um dia especial para ele: sim, dia 13 de abril é o Dia do Beijo. Mas de onde vem isso?
Acredita-se que o beijo tenha surgido 500 anos antes de Cristo, época em que os amantes começaram a ser retratados nas esculturas e nos murais dos templos de Khajuraho, na Índia. Entre os hebreus, o beijo era afetuoso e realizado nas saudações. Também marcava reconciliação ou perdão. Foi também com um beijo que Judas identificou Jesus aos seus perseguidores. ("Jesus, porém, lhe disse: Judas, com um beijo trais o Filho de Deus?" – Lucas, 22:48)
Na teoria da evolução das espécies, o inglês Charles Darwin (1809-1882), afirma que a origem desta carícia é mais antiga. Segundo ele, trata-se de uma sofisticação das mordidas que os macacos trocavam nos seus ritos pré-sexuais. Há também a tese de que seria uma evolução das lambidas que o homem pré-histórico dava no rosto dos companheiros para suprir a necessidade de sal do seu organismo. Ou um ato de amor das mães na época das cavernas...
Para Sigmund Freud (1856-1938), o fundador da psicanálise, tudo tem a ver com as etapas do desenvolvimento psíquico. Freud começa pelo que chama de "fase oral" - o período, que dura até um ano de idade, em que a mãe dá de mamar ao bebê. Nesse período, todas as sensações de gratificação estão associadas à boca. A criança aprende que tocar com os lábios algum objeto macio proporciona uma sensação calmante e agradável.
A partir do Renascimento, o beijo na boca deixou de fazer parte dos ritos oficiais e sagrados e se tornou exclusivo dos amantes. Na Igreja Católica, os beijos sagrados ficaram restritos aos dados pelos fiéis ao padre no altar; o beijo entre os recém-casados ao final da cerimônia; e o gesto consagrado pelo Papa João Paulo II de beijar o solo de cada país que desembarcava.
terça-feira, 12 de abril de 2011
ASUS apresenta novo modelo de notebook com a marca Lamborghini
Não é a primeira vez que alguma empresa de computadores resolve unir a paixão por tecnologia com o ronco fervoroso de carros super esportivos, a Acer já tem um notebook com a cor vermelha clássica das italianas Ferraris. Agora é a vez da ASUS fazer um upgrade no modelo que traz a também italiana Lamborghini.
O novo modelo vem com a nova linha de processadores Intel Core i7 Sandy Bridge, placa de vídeo GeForce GTX 460M com 5 GB de memória RAM DDR5 dedicados, tela de 15.6 polegadas com resolução nativa em FullHD, 500 GB de HD, duas portas USB 2.0 e uma nova USB 3.0, além de uma saída HDMI que permite ligar seu notebook a um aparelho de TV de alta definição.
Ainda não há previsão de valor nem da data de lançamento, mas não espere que um computador com design das Lamborghinis e com esta configuração acabe no mercado com baixo preço.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Cidades não estão prontas para as mudanças climáticas
ONU alerta que o atual modelo de urbanização está em rota de colisão com o clima e que se os governos não agirem rapidamente o aquecimento global poderá fazer com que 200 milhões de pessoas fiquem desabrigadas até 2050
| Foto: La Paz, Bolívia / Wikimedia Commons – Arria Belli |
Se os cálculos das emissões de gases do efeito estufa das cidades englobarem processos como o consumo e geração de energia, os transportes e a produção industrial, as áreas urbanas aparecerão como as grandes vilãs mundiais, ficando responsáveis por 70% das emissões sendo que ocupam apenas 2% do território do planeta.
É justamente como protagonistas das mudanças climáticas que o relatório Cities and Climate Change: Global Report on Human Settlements 2011 (Cidades e Mudanças Climáticas: Relatório Global sobre as Ocupações Humanas 2011) apresenta as cidades. Produzido pelo UN-Habitat, programa da ONU direcionado para promover o desenvolvimento social e ambiental das cidades, o documento afirma que o modelo atual de urbanização está seguindo um rumo de alto risco devido às transformações no clima.
“Nas próximas décadas, as mudanças climáticas irão fazer com que centenas de milhões de pessoas, na sua maioria as mais pobres e marginalizadas, fiquem cada vez mais vulneráveis a enchentes, deslizamentos de terra e outros desastres naturais. Esta é a previsão que fazemos baseados na melhor ciência que temos disponível”, alerta Ban Ki-moon, secretário-geral das Nações Unidas, no prefácio do relatório.
O aumento populacional nas cidades e como consequência a ocupação de áreas de risco são fatores apontados pelo documento que tornarão cada vez maiores os números dos flagelados. Segundo dados da ONU, 59% da população mundial habitará áreas urbanas até 2030, sendo que a cada ano mais 67 milhões de pessoas passam a viver em cidades.
Baseado nessas estatísticas e nos fenômenos climáticos extremos que foram observados nos últimos anos, o estudo do UN-HABITAT traça um panorama sombrio para o futuro das áreas urbanas:
- Mais de 200 milhões de pessoas devem perder suas casas por causa das mudanças climáticas até 2050;
- Mesmo o mínimo aquecimento de 1°C ou 2°C na temperatura pode fazer com que de 6 a 25 milhões de pessoas fiquem sujeitas a inundações apenas no litoral do norte da África;
- Atualmente 40 milhões de pessoas vivem em áreas onde podem ocorrer grandes enchentes, em 2070 essa população será de 150 milhões, elevando os prejuízos para até US$ 38 trilhões;
- Na América Latina, entre 12 a 81 milhões de pessoas podem sofrer com a escassez de água até 2020. Em 2050 esse número deve ser de 79 a 178 milhões.
Corrida contra o tempo
Esse cenário pode ainda ser alterado, pois o lado positivo das cidades serem responsáveis por 70% das emissões é que ações vigorosas bem direcionadas podem surtir um grande efeito.
“O nosso relatório procura disseminar o conhecimento e contribuir para que as cidades consigam mitigar o aquecimento global e se adaptar às mudanças climáticas. Além disso, identificamos medidas já existentes e que podem ser replicadas em mais locais”, explicou Joan Clos, diretor executivo do UN-Habitat.
Entre essas políticas o relatório destaca, por exemplo, a cobrança de pedágio para a circulação de veículos privados nos centros das grandes metrópoles européias. Além de reduzir as emissões e melhorar a mobilidade urbana, os recursos adquiridos podem ser destinados para ações sustentáveis.
Outra medida citada é a reforma de prédios públicos e a obrigatoriedade de adoção de padrões de eficiência energética para novas construções. A cidade de Londres apresenta neste sentido uma politica exemplar pela qual o governo financia a troca de antigos aquecedores residenciais por modelos mais modernos e eficientes. Com isso, as emissões dos domicílios londrinos podem ser reduzidas em 60%.
Com relação à adaptação às mudanças climáticas que já são irreversíveis, o UN-Habitat recomenda algumas normas simples principalmente para a construção de casas populares em países em desenvolvimento. Melhores fundações, aterramento mais elevado e colocação de plataformas sob os móveis são medidas simples que podem evitar com que as pessoas percam tudo o que possuem em cada enchente.
“Muitas cidades não conseguem colocar em prática medidas de adaptação ou mitigação simplesmente por falta de conhecimento ou de acesso aos recursos internacionais que tem esse fim. Nosso relatório pode ajudar neste sentido, divulgando as melhores práticas já existentes e facilitando o intercâmbio de informações. É fundamental que as cidades percebam o quão importante é o papel delas para combater as mudanças climáticas”, concluiu Joan Clos.
Fabiano Ávila - Carbono Brasil
quinta-feira, 31 de março de 2011
Avós maternos terão de pagar pensão de neto, decide o STJ
Pela primeira vez, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que os avós maternos também podem ser incluídos como responsáveis pelo pagamento de pensão alimentícia para os netos.
A decisão abre precedente para que os tribunais apliquem esse entendimento.
O questionamento sobre a participação dos avós maternos nas pensões ocorreu porque o Tribunal de Justiça de São Paulo considerou que os avós paternos deveriam assumir o pagamento do benefício caso o pai da criança não o fizesse.
Inconformados, os avós paternos recorreram ao STJ para dividir a obrigação com os avós maternos.
O STJ considerou legal o pedido baseado no Código Civil, que estipula que os parentes mais próximos podem ser acionados para garantir o direito à alimentação.
O caso foi provocado por uma mãe que entrou com ação contra os avós paternos.
Ela alegava que o pai de seus filhos não vinha cumprindo o pagamento de 15 salários mínimos e, por isso, os avós paternos deveriam complementar o valor. Os nomes são mantidos em sigilo.
Segundo alguns especialistas em direito de família, apesar de a decisão ser inédita no STJ, parte dos tribunais estaduais já a aplicava.
"Agora a jurisprudência foi consolidada", disse o juiz José Dantas Paiva, da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros). Para ele, a decisão é positiva. "Afinal, filhos e netos não têm culpa".
O advogado Rodrigo da Cunha Pereira, presidente do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família), não concorda. "Avós maternos não deveriam ser implicados porque a mãe já faz a parte dela. O mundo masculino sai ganhando de novo", disse.
A decisão abre precedente para que os tribunais apliquem esse entendimento.
O questionamento sobre a participação dos avós maternos nas pensões ocorreu porque o Tribunal de Justiça de São Paulo considerou que os avós paternos deveriam assumir o pagamento do benefício caso o pai da criança não o fizesse.
Inconformados, os avós paternos recorreram ao STJ para dividir a obrigação com os avós maternos.
O STJ considerou legal o pedido baseado no Código Civil, que estipula que os parentes mais próximos podem ser acionados para garantir o direito à alimentação.
O caso foi provocado por uma mãe que entrou com ação contra os avós paternos.
Ela alegava que o pai de seus filhos não vinha cumprindo o pagamento de 15 salários mínimos e, por isso, os avós paternos deveriam complementar o valor. Os nomes são mantidos em sigilo.
Segundo alguns especialistas em direito de família, apesar de a decisão ser inédita no STJ, parte dos tribunais estaduais já a aplicava.
"Agora a jurisprudência foi consolidada", disse o juiz José Dantas Paiva, da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros). Para ele, a decisão é positiva. "Afinal, filhos e netos não têm culpa".
O advogado Rodrigo da Cunha Pereira, presidente do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família), não concorda. "Avós maternos não deveriam ser implicados porque a mãe já faz a parte dela. O mundo masculino sai ganhando de novo", disse.
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